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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Space Jam: O Jogo do Século


Na noite desse 20 de maio de 2020, vi com meu pai e meu irmão a comédia familiar de aventura Space Jam: O Jogo do Século (1996) de Joe Pytka.

Na trama, um maldoso alienígena, proprietário de um parque, precisa de uma nova atração no Moron Mountain. Quando sua gangue, os Nerdlucks, vem para a Terra para sequestrarem Pernalonga e os Looney Tunes, Pernalonga os desafia com um jogo de basquete para determinar seus destinos. Os alienígenas concordam, mas roubam os poderes dos jogadores de basquete da NBA, incluindo Larry Bird e Charles Barkley, e Pernalonga recebe ajuda de Michael Jordan.

Segue o trailer:

quinta-feira, 5 de março de 2020

Dois Irmãos - Uma Jornada Fantástica


Animação da Disney-Pixar Dois Irmãos - Uma Jornada Fantástica [Onward, Estados Unidos, 2019], de Dan Scanlon, ambientado em um subúrbio de um mundo de fantasia, o filme apresenta dois irmãos elfos adolescentes que embarcam em uma missão extraordinária para descobrir se ainda há um pouco de mágica pelo mundo.

Em um local onde as coisas fantásticas parecem ficar cada vez mais distantes de tudo, dois irmãos elfos adolescentes embarcam em uma extraordinária jornada para tentar redescobrir a magia do mundo ao seu redor. Trata-se de mais uma aventura intimista com a essência da Pixar raiz, especialmente para quem é pai de dois filhos. O filme tem muita emoção, diversão e inúmeras referências fantásticas ao universo RPG. Uma obra magnífica do estúdio, que é perfeita para todas as idades, especialmente num mundo tão intolerante como é o mundo que vivemos.


O filme apesar de sua qualidade técnica, tem sua força motriz no roteiro, que propõe a crença no desenvolvimento pessoal através da superação. sendo meticuloso na criação dos personagens e no desenvolvimento da relação entre os irmãos, além de criar um mundo de seres fantásticos que remete ao nosso, e deixando a mensagem de que possamos acreditar sempre na magia para superação das diferenças a fim de reforçar os laços fraternos.

Veja o trailer de Dois Irmãos - Uma Jornada Fantástica:

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Dolittle


Live action Épico de Aventura  Dolittle [Dolittle, Estados Unidos, 2018], de Stephen Gaghan traz Robert Downey Jr. como um dos personagens mais duradouros da literatura (baseado nos livros infantis do escritor Hugh Lofting) em uma reimaginação do conto clássico do homem que consegue falar com animais: Dolittle.

Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Robert Downey Jr), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas. 

O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.

Na literatura, o Doutor Dolittle foi tema de obras lançadas entre os anos 1920 e 1950. O médico capaz de conversar com animais estreou no cinema em “O Fantástico Doutor Dolittle” (1967), filme de Richard Fleischer (“Conan, o Destruidor”) com Rex Harrison no papel principal. Nos anos 1990, o médico virou blockbuster. Eddie Murphy fez “Dr. Dolittle” ser a oitava maior bilheteria de 1998. Após uma sequência em 2001, o universo ganhou mais três continuações sem Murphy, lançadas direto para o mercado de DVD.

O longa parece ter sido feito sem inspiração. Downey Jr. filmando praticamente sozinho, é um desperdício. O longa tenta misturar gêneros, mas acaba não engrenando em nenhum. Se mostra um filme meramente infantil, para que uma nova geração conheça o personagem icônico Doutor Dolittle, que na década de 90 foi magistralmente interpretado por Eddie Murphy. Se mostra um filme desnecessário.

Acompanhe o trailer de Dolittle:

O Chamado da Floresta


Drama canino O Chamado da Floresta [The Call of The Wild, Estados Unidos, 2017], de Chris Sanders, adaptação do clássico literário norte-americano “O Chamado de Floresta” (The Call Of The Wild, Jack London, 1903) tem um ritmo lento e não mostra a que veio.

Buck é um cão de grande coração, cuja feliz vida doméstica é virada de cabeça para baixo quando, subitamente, é tirado de sua casa na Califórnia e levado para o exótico e selvagem rio Yukon, no Alasca, durante a corrida do ouro em 1890. Como novato na equipe de cães puxadores de trenós - se tornando mais tarde o líder da matilha - Buck vive a aventura de sua vida, encontrando seu verdadeiro lugar no mundo e se tornando seu próprio mestre. Com o tempo, seu lado feroz se desenvolve e ele se torna o grande líder de sua matilha.


Chama a atenção o fato do cachorro ser totalmente digital, acabando com um problema recorrente de maus tratos nos filmes com personagens caninos. No entanto, a interação com os humanos é perceptível que deixa a desejar. Ou seja, o que deveria causar maior impacto positivo, acaba gerando estranheza. No entanto, é sempre bom vermos em cartaz filme direcionado à toda família.

Veja o trailer dublado de O Chamado da Floresta:

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Sonic - O Filme


Fui ver com meus filhos a aventura em live action Sonic - O Filme [Sonic the hedgehog, Japão, Estados Unidos, 2018], de Jeff Fowler é baseado na mundialmente conhecida franquia de games da SEGA, e conta a história do ouriço mais rápido do mundo enquanto ele se adapta ao seu novo lar na Terra.

Nessa comédia de aventura live-action, Sonic e seu novo melhor amigo Tom (James Marsden) precisam se unir para defender o planeta do gênio maligno Dr. Robotnik (Jim Carrey) e seus planos de dominação total.

O filme tem uma certa ingenuidade pueril que nos mantém entretidos ao longo da projeção. Acerta o tom de comédia ao apresentar uma trama simples e rápida, sem muitas complicações, baseada apenas em correrias, sendo voltado quase que exclusivamente, para o público infantil e adultos nostálgicos, que jogavam Sonic na infância.

Há mensagens que são comuns e familiares, tais como o verdadeiro significado da amizade, e o clássico seja feliz com o que você tem. Não é marcante, mas vale às duas horas de entretenimento.


Acompanhe o trailer de Sonic - O Filme:

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Jumanji - Próxima Fase


Aventura de ação Jumanji - Próxima Fase [Jumanji - The Next Level, Estados Unidos, 2018], de Jake Kasdan dá continuidade a aventura juvenil Jumanji – Bem-vindo à Selva (Jumanji - Welcome To The Jungle, Estados Unidos, 2016), se mostrando um caça níquel, sem o saudosismo que anterior trouxe ao clássico Jumanji (1995) de Joe Johnston.

Tentado em revisitar o mundo de Jumanji, Spencer (Alex Wolff) decide consertar o jogo de videogame que permite que os jogadores sejam transportados ao local. Logo o quarteto formado por Smolder Bravestone (Dwayne Johnson), Moose Finbar (Kevin Hart), Shelly Oberon (Jack Black) e Ruby Roundhouse (Karen Gillan) ressurge, agora comandado por outras pessoas: os avôs de Spencer e Fridge (Danny DeVito e Danny Glover) assumem as personas de Bravestone e Finbar, enquanto o próprio Fridge (Ser'Darius Blain) agora está sob a pele de Oberon.


Nesse retorno à Jumanji nada é como eles esperavam que seria. Eles logo descobrem mais obstáculos e perigos a serem superados. devendo desbravar áreas desconhecidas e inexploradas, desde o árido deserto até as montanhas nevadas, para poderem escapar do jogo mais perigoso do mundo.

Enquanto o antecessor parecia um "Clube dos Cinco" para nova geração, sabemos agora que os colegiais foram pra universidade, mudaram de cidade e se reencontram nas férias. O longa falha ao inserir dois idosos na trama. Spencer volta ao mundo fantástico de Jumanji e seus amigos Martha, Fridge e Bethany entram no jogo e tentam trazê-lo para casa.

Grande parte do prazer do primeiro filme veio do fato de assistir atores adultos, com muita certeza em suas personalidades, fingirem ser crianças que ficaram admiradas por seus novos corpos e habilidades. Desta vez, essa fase de conhecer é muito menos divertida. Algumas reviravoltas nessa trama não são bem explicadas.

Nos créditos finais, vemos uma cena que sugere uma aventura emocionante por vir, no entanto, cabe as mentes por trás da franquia Jumanji serem mais criativas se quiserem continuar revisitando o jogo, senão o game over poderá ser total.

Acompanhe ao trailer de Jumanji - Próxima Fase:

sábado, 18 de janeiro de 2020

Revendo O Rei Leão


Na manhã deste sábado, revi com a família a versão computação gráfica de O Rei Leão [The Lion King, Estados Unidos, 2019], de Jon Favreau e constatei como a dublagem estragou um pouco o filme que amamos de longa data.


A trama repete a mesma história do clássico, sem nenhuma modificação relevante. Vemos a savana africana onde nasceu um futuro rei, sendo apresentado aos animais. Simba idolatra seu pai, o Rei Mufasa, e leva a sério seu destino real. Mas nem todos no reino comemoram a chegada do novo filhote. Scar, irmão de Mufasa - e ex-herdeiro ao trono - tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Rei envolve traição, tragédia e drama, e acaba resultando no exílio de Simba. Com a ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba terá que aprender a crescer e descobrir como recuperar o que é dele por direito.

Dentre os dubladores, o maior destaque negativo é Ícaro Silva, que entra na trama contando um Hakuna Matata ridículo de tão forçado. Tudo bem que competir com a melhor dublagem nacional de todos os tempos, O Rei Leão (1994) é algo fora do comum.



Confira Hakuna Matata na voz de Ivan Parente, Glauco Marques, João Vitor Mafra e Ícaro Silva:



Uma das melhores cenas do filme é quando ouvimos Nesta Noite o Amor Chegou, na voz de Iza, Ícaro Silva, Ivan Parente, Glauco Marques. Ouça:



No entanto, o grande momento do filme, é sua cena inicial quando ouvimos Ciclo Sem Fim. Escute:


Talvez a canção mais divertida seja O Que Eu Quero Mais É Ser Rei. Ouça:

Veja o trailer dublado de O Rei Leão:

Revendo Toy Story 4


Revi a animação Toy Story 4 [Estados Unidos, 2017], de John Lasseter, Josh Cooley. no templo do cinema cearense e a experiência foi fantástica, com o público interagindo com as cenas. A mensagem da Pixar, de tentar mostrar as crianças que cada pessoa deve ser como bem entender, sem se preocupar demais com a opinião das outras pessoas, é algo extremamente relevante para os dias atuais.

Sou fã da franquia e suspeito para falar sobre o filme devido o enorme carinho que tenho pelas aventuras dos ex-brinquedos do Andy e agora da Bonnie. Na trama, quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

Com a chegada de um novo integrante, o Garfinho, Woody fica responsável por ajudá-lo a aceitar seu novo papel, uma vez que Garfinho não se considera um brinquedo. Dentro disso, Bonnie, a dona dos brinquedos, levará todos eles para um passeio, durante o qual Woody se reencontrará com sua velha amiga Betty.

Constatar a evolução do Woody é algo magnífico. Enquanto que no primeiro filme ele faria de tudo para continuar sendo o brinquedo preferido, neste ele faz de tudo para que a sua dona, Bonnie, tenha seu brinquedo favorito e continue feliz.

O filme é na verdade uma comédia romântica, não sendo uma continuação direta da trilogia original. participação de Betty, a boneca de porcelana que era parte de uma luminária que pertencia à irmã de Andy, a qual era usada como companheira do cowboy. Embora não tenha aparecido no terceiro filme, Betty reaparece na quarta parte com um novo look, que deu a ela ares muito mais modernos que os de uma simples pastora.

Destaque para a dublagem nacional, que manteve os dubladores originais e acrescentou no time de dubladores brasileiros, Antonio Tabet e Marco Luque, que emprestam suas vozes para os brinquedos Coelhinho e Patinho.

Segue trailer de Toy Story 4:

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Frozen 2



Animação Frozen 2 [Frozen II, Estados Unidos, 2017], de Jennifer Lee, Chris Buck, sequencia do fenômeno Frozen - Uma Aventura Congelante (2013), que trazem novamente Anna, Elsa, Kristoff e Olaf numa aventura adentrando nas profundezas da floresta para aprender a verdade sobre os poderes de Elsa e um antigo mistério de seu reino.


Logo de início, voltamos à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajudará Elsa a compreender a origem de seus poderes.


É um filme sobre presente, passado e futuro. O filme busca trazer alguns questionamentos: por que Elsa nasceu com poderes mágicos? A resposta a este questionamento está chamando-a e ameaçando seu reino. Elsa temia que seus poderes fossem demais para o mundo, e aqui devemos torcer para que estes poderes sejam o bastante.

A animação aborda a questão da importância da família e a de seguir seus próprios caminhos. Embora não tenha a surpresa e a simplicidade do original "Frozen", a continuação ainda é em grande parte maravilhosa. O alívio cômico constante de piadas do boneco de neve Olaf rouba sempre a cena, especialmente quando ele resume o primeiro filme.

A trilha sonora não é tão arrebatadora quanto no primeiro filme, mais as músicas são fenomenais. É deslumbrante, divertido e divertido para toda a família, recheado de momentos de união entre as irmãs, com pitadas de bom humor e com lições valiosas sobre opostos aprendendo a se amar.

Veja o trailer de Frozen 2:

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Brincando Com Fogo


Fui com a família ver a comédia Brincando Com Fogo [Playing With Fire, Estados Unidos, 2019], de Andy Fickman, que apresenta uma equipe de bombeiros que encontra um desafio inesperado quando tentam resgatar três crianças indisciplinadas. Um típico clássico da sessão da tarde.


Na trama, o disciplinado superintendente bombeiro Jake Carson (John Cena) e seu time de bombeiros experientes chegam para resgatar três irmãos de um incêndio de grandes proporções, são eles: Bryan (Brianna Hildebrand), Zoey (Finley Rose Slater) e Will (Christian Convery). Os bombeiros percebem que terão um desafio maior: ser babás, mesmo sem ter o menor cacoete para a função.


O filme diverte, os atores adultos demonstram uma boa química com as crianças e é inofensivo e ingênuo. Ótimo para ver com a família nesse período de final de ano.


A Mariana mais uma vez dormiu o filme inteiro.


Veja o trailer de Brincando Com Fogo:

sábado, 21 de dezembro de 2019

Star Wars - A Ascensão Skywalker


Blockbuster Star Wars - A Ascensão Skywalker [Star Wars - The Rise of Skywalker, Estados Unidos, 2018], de J.J. Abrams apresenta a Resistência sobrevivente enfrentando a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.


Conclusão da inspiradora saga Skywalker deixa a desejar no quesito qualidade, me fazendo lembrar porque não gosto dos filmes da saga. Me esforcei para gostar de O Despertar da Força, adorei o Os Últimos Jedi, mas esse filme desconstrói a última trilogia ao tentar fazer um desfecho de toda a saga.

Embora seja uma aventura cheia de ação, com muitos enredos, vemos o tom sentimental e nostalgico presente à todo momento. A montagem não dá fluidez, sendo basicamente uma cena de ação após a outra, sendo um filme longo, até certo ponto confuso.

Rey e sua turma em prol da liberdade contra Kylo Ren (Adam Driver) e seu exército de opressão. Acontece que o vilão se torna bonzinho e arranjam outro vilão sem uma explicação convincente. Entendo que um final feliz. Mas isso não significa que devemos sempre obter o que queremos, por mais clichê que seja a luta do bem contra o mal.

Confira o trailer de Star Wars - A Ascensão Skywalker:

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Playmobil - O Filme


Animação Playmobil - O Filme [França, Alemanha, Estados Unidos, 2018], de Lino Di Salvo é sem graça ao apresentar duas crianças que cresceram brincando com os bonecos saudosos. É bobo e facilmente esquecível. Deu saudades das aventuras dos filmes da franquia Lego.



Marla (Anya Taylor-Joy) está acostumada a cuidar do irmão mais velho, Charlie (Gabriel Bateman), até o dia em que os dois são inesperadamente transportados para dentro do universo mágico e animado dos Playmobil. A garota embarca numa jornada de resgate com a ajuda de novos amigos encontrados pelo caminho, como o agente secreto Rex Dasher, o caminhoneiro Del, uma fada madrinha e um androide.

Marla deve embarcar na maior aventura de sua vida para trazê-lo de volta para casa. Em uma fantástica jornada por novos mundos, ela encontra amigos corajosos e inesperados: o caminhoneiro Del, o agente secreto e carismático Rex Dasher, um robô rebelde, uma fada madrinha extravagante e muitos outros. O intuito era apenas vender brinquedos. A sensação de estar diante de um comercial de mais de uma hora de duração.
Segue trailer de Playmobil - O Filme:

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O Reino Gelado - A Terra dos Espelhos


Quarto filme da franquia de animação da Wizart Animation O Reino Gelado - A Terra dos Espelhos [Snezhnaya koroleva. Zazerkale. Rússia, 2018], de Robert Lence, Aleksey Tsitsilin dá continuidade a trilogia iniciada com O Reino Gelado [Snezhnaya koroleva. Rússia, 2012], e contiuada com O Reino Gelado 2 (Snezhnaya Koroleva 2. Snezhnyy Korol, 2014) e O Reino Gelado - Fogo e Gelo [Snezhnaya koroleva 3. Ogon i led, Rússia, 2016]. O filme cumpre seu papel de entreter especialmente aos pequenos, que não estão tão preocupados com a linearidade dos acontecimentos.


Um poderoso rei chamado Harold, quase perdeu sua família por causa das ações maléficas da Rainha da Neve. Ele encontra uma maneira de banir toda a magia do mundo - todos aqueles que possuem poderes mágicos agora estão presos da “Terra dos Espelhos”. A única pessoa que pode impedi-lo e manter o conto de fadas e impedir que eles fiquem presos em nosso mundo é Gerda (novamente dublada pela jovem Larissa Manoela), já que o seu maior poder não é sua fé na bondade e amizade.


Embora tenha a mesma inspiração de Frozen, o conto A Rainha da Neve do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, a franquia já é madura o suficiente para seguir agradando seu público, até por ser mais fiel ao conto, que a Disney. Eles continuam investindo bastante na dublagem nacional, com nomes conhecidos. No papel do troll Orm, João Côrtes volta a emprestar sua voz ao carismático personagem. A tradução é bem atualizada, com expressões da realidade brasileira que conseguem arrancar gargalhadas sinceras em momentos inesperados. Poderia ser um pouco mais reconhecido como grande filme, mas prefere ser modesto mesmo.

Segue trailer de O Reino Gelado - A Terra dos Espelhos:

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Mais Que Vencedores


Drama cristão Mais Que Vencedores [Overcomer, Estados Unidos, 2019], de Alex Kendrick emociona com uma fabulosa e envolvente história de conversão de uma menina negra, criada pela avó e os novos rumos que a vida lhe ofereceu através do esporte.


O filme remete as outras excelentes obras dos irmãos Kendrick, tem o lado esportivo abordado em Desafiando Gigantes (Facing the Giants, 2006), o lado conjugal já visto em Prova de Fogo (Fireproof, 2008), a questão pai e filha tratada em Corajosos (Courageous, 2011) e o poder da oração mostrado em Quarto de Guerra (War Room, 2015).



Na trama, O técnico de basquete, John Harrison (Alex Kendrick), vê sua vida ao avesso quando a escola onde ele e sua esposa, Amy Harrison (Shari Rigby), ensinam é impactada pelo fechamento da maior fábrica da cidade. Em meio às incertezas John vê seu papel mudar drasticamente quando a diretora Olivia Brooks (Priscilla Shirer) atribui a ele a função de treinar um esporte do qual ele não gosta, o Cross Country. É quando John é inspirado por uma amizade surpreendente e uma atleta improvável, Hannah Scott (Aryn Wrigh-Thompson). Rumo a uma jornada de desafios e descobertas, John e Hannah seguem na maior corrida de suas vidas.

Impossível não ser cativado pelo longa, seja pela parte relacionada ao Cross Country, que lembra muito o esporte que pratico, a Orientação. Com uma mistura de fé, um toques de humor e cenas que envolvem risos e lágrimas, é apaixonante ver cinema cristão de alta qualidade na tela grande. O filme nos inspira a desfrutarmos da oportunidade de ajudar ao próximo a concentrar-se na sua verdadeira essência e sua identidade em Deus, ao levar o espectador a refletir sobre três perguntas cruciais: “Quem é Deus?”, “Quem é você?” e “O que te define?”. As lágrimas ao final da sessão são inevitáveis.

Confira trailer de Mais Que Vencedores: